Sim, sou eu. Vai por aqui o que me recuso que caiba num microscópico sms.
Vi-te com o outro.
Eu já sabia que mais tarde ou mais cedo ia ver. Era inevitável. Captaste o meu olho (Marilyn, lembras-te?), há mais olhos por aí e é natural que esses teus olhos verdes se percam noutros.
E eu sabia que ia ficar triste com isso. Por tudo, e principalmente porque o amor não é uma questão de datas e porque continuas a fazer o meu dia quando te vejo. É algo que já desisti de controlar. Vou gostar de ti para sempre e já o assumi.
Assim, estava preparado para a tristeza em certas condições. Não para te ver desperdiçada.
Mereces mais. Mereces melhor do que eu. Muito melhor.
É a justificação que encontro para que nós não tenhamos dado certo: mereces melhor, mereces mais. E quando te vi com quem vi, o castelo de cartas que tinha organizado no meu coração caiu.
Tudo o que passámos se transformou numa mentira. As justificações que tínhamos encontrado para o nosso amor impossível, ficaram reduzidas a desculpas esfarrapadas.
E fiquei triste.
Não me trocaste por ninguém melhor. Trocaste-me por algo descartável, sem qualificação.
Pensei que surgisse um engenheiro loiro e te levasse numa carrinha BMW para o apartamento estilo moderno que possuiria.
Porque se não me achaste digno para ser ainda mais importante do que fui na tua vida, o que é que se pode dizer agora?
Tens razão, eu não tenho nada a ver com isso. És livre de fazer a tua vida como queres, cometer os teus erros, fazer os teus caminhos. Mas não esperes que eu não sofra quando errares.
Sou o ser que sou, o rosto fechado não revela o interior e foi assim que gostaste de mim.
Baci.
P.S.: Não te atrevas a dizer alguma coisa da forma como me comportei no sábado. Eu já te salvei muita vez, pior do que a triste figura que eu fiz. Justifico-me com um terço frustração para o qual estava preparado, um terço alcool que toldou a mente, e um terço frustração para a qual não estava preparado e que para mim é importante que entendas.
Acredita que se te quisesse mal ou já não te quisesse bem, a última não teria sobressaído tanto.
Sim, sou eu. Vai por aqui o que me recuso que caiba num microscópico sms.
ResponderEliminarVi-te com o outro.
Eu já sabia que mais tarde ou mais cedo ia ver. Era inevitável. Captaste o meu olho (Marilyn, lembras-te?), há mais olhos por aí e é natural que esses teus olhos verdes se percam noutros.
E eu sabia que ia ficar triste com isso. Por tudo, e principalmente porque o amor não é uma questão de datas e porque continuas a fazer o meu dia quando te vejo. É algo que já desisti de controlar. Vou gostar de ti para sempre e já o assumi.
Assim, estava preparado para a tristeza em certas condições. Não para te ver desperdiçada.
Mereces mais. Mereces melhor do que eu. Muito melhor.
É a justificação que encontro para que nós não tenhamos dado certo: mereces melhor, mereces mais. E quando te vi com quem vi, o castelo de cartas que tinha organizado no meu coração caiu.
Tudo o que passámos se transformou numa mentira. As justificações que tínhamos encontrado para o nosso amor impossível, ficaram reduzidas a desculpas esfarrapadas.
E fiquei triste.
Não me trocaste por ninguém melhor. Trocaste-me por algo descartável, sem qualificação.
Pensei que surgisse um engenheiro loiro e te levasse numa carrinha BMW para o apartamento estilo moderno que possuiria.
Porque se não me achaste digno para ser ainda mais importante do que fui na tua vida, o que é que se pode dizer agora?
Tens razão, eu não tenho nada a ver com isso. És livre de fazer a tua vida como queres, cometer os teus erros, fazer os teus caminhos. Mas não esperes que eu não sofra quando errares.
Sou o ser que sou, o rosto fechado não revela o interior e foi assim que gostaste de mim.
Baci.
P.S.: Não te atrevas a dizer alguma coisa da forma como me comportei no sábado. Eu já te salvei muita vez, pior do que a triste figura que eu fiz. Justifico-me com um terço frustração para o qual estava preparado, um terço alcool que toldou a mente, e um terço frustração para a qual não estava preparado e que para mim é importante que entendas.
Acredita que se te quisesse mal ou já não te quisesse bem, a última não teria sobressaído tanto.
Baci.